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![]() Então desde 1890, ja se sabe a importancia da drenagem urbana e que a canalização é a pior opção, concentrar o problema, sempre custa mais, é mais energia gasta com um impacto grande no final. Todos os nutrientes, proteinas, minerais, são trazidos para a cidade, e este alimento todo é processado e transformado em energia, na cidade, os exedentes e residuos são da cidade, e com uma visão ciclica, estes nutrientes, somados a agua da chuva, produz um fertilizante que se estavel pode permear no solo e alimentar este. Vemos então a riqueza, deste solo, e que podemos potencializar este ciclo dentro do lote, no particular, posterior podemos ter escalas coletivas, mas em uma escala de rua, 15 a 20 familias, e nos bairros como um todo fazendo ciclos, culturais, ambientais, economicos, de vida... A técnica realmente não é o nosso limite, mas sim o caráter da ação. Esta uma cidade planejada para alojar trabalhadores de um frigorifico inglês, então tudo foi pensado como uma empresa, os moradores tinham estrutura pois tinham que produzir a famosa mais valia. Que tal fazer este esforço para que as pessoas se encontrem, para que troquem, mas com que tempo? sem duvida assim como no campo diversos agricultores estão em processo de transição agroecologica, na cidade tambem ocorre este "fenomeno". A insegurança se transformou em agente mobilizador e partindo de uma opção de fazer ou não, hoje chegou ao nível da necessidade. O carater da necessidade, quando trabalhada em um coletivo que ajusta seus conceitos e principios com a cultura local. A principio um caos que gera a necessidade da criatividade, agente libertador, e de incalculavel recompensa para o ser. Este momento quebramos paradigmas e avançamos em uma compreenção. A cidade hoje não se sustenta como acontece na Metade Sul, onde o modelo ficou obsoleto, e tem outro produzindo em seu lugar. Abaixo segue texto publicado pela valente equipe do Celeuma que viaja neste momento pela América Latina. A foto acima é um presente para o Casatierra. ![]() Mimi, na foto, é tátaratátaratátaratátaraneto de Missi, que lambeu uma das primeiras latas produzidas ali, jornalismo puro, loco! A quinze minutos da cidade argentina de Colón, fronteira com o Uruguai e banhada pelo rio homônimo, está Liebig, mistura de praia com história daquelas que só acontecem deste lado da fronteira. O povoado existe desde meados de 1890 e está fundado em uma indústria de carnes inglesa, a Liebig´s Extractum Carnis. A indústria de carnes bretã construiu ali uma verdadeira vila inglesa com casas encostadas umas às outras, todas com pátios internos que se unem em um jardim coletivo. Essas construções que somam mais de um século de história ainda estão lá, junto a Biblioteca Popular Fábrica Colón, fundada em 26 de julho de 1905, e a Escuela Hipólito Vieytes, de 1908. ![]() corredores de acesso ao pátio interno, coletivo. ![]() "Os ingleses foram muito justos, não podemos reclamar", sentencia Eduardo Fernandez, morador do povoado e zagueiro do Club Liebig, que ganhou de um a zero do Ñapindá de Colón no domingo último. Fernandez conta que Liebig foi a primeira cidade argentina a ter esgoto, água potável encanada e uma Brigada de Incêndio que contava com um sistema de hidrantes distribuídos pelo povoado. "Meus avôs trabalharam aqui a vida toda. Quando os ingleses foram embora, indenizaram todos trabalhadores e lhes deram as casas pelo valor do salário de um mês. A imagem que os argentinos daqui têm da Inglaterra é diferente do resto do país", explica Fernandez, em uma alusão às Malvinas. A indústria de carnes chegou a contar com 4,5 mil trabalhadores. ![]() desde o início do século XX, Liebig contava com uma brigada contra incêncio Liebig hoje é ponto turístico, ainda sem as badalações que costumam estragar locais históricos como esse. A especulação imobiliária argentina está sedenta pelas casas de Liebig e corre à boca pequena no povoado que a indústria foi comprada para ser transformada em um hotel de luxo. Enquanto há tempo, Celeuma recomenda conhecer o palco desta história. ![]() fotos agência celeuma imagem edición de imagen del periódico El Observador, Las Moras Art Digital |
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